Cocô

“Ter uma tag chamada ‘cocô’ no seu blog me desanima muito” foi o que me disse hoje um amigo casado, sem filhos, que possivelmente está ensaiando para ter um bebê. Foram apenas dois posts sobre cocô até agora, mas não pude deixar de ficar pensando sobre isso.

Lidar com cocô não é legal. E as amigas mamães já me avisaram que isso vai nos acompanhar por muitos anos, até que as crianças aprendam a se limpar sozinhas. E, logo depois das fraldas, virá a fase do cocô no penico e sofro por pensar que lavaremos penicos sujos em dobro.

E também não vou mentir. O cocô é a única coisa ruim na adoção de crianças que não chegam na família recém-nascidas. As mamães que têm filhos recém-nascidos dizem que o cocô não tinha cheiro forte na época em que as crianças só tomavam leite, depois elas foram introduzindo papinhas aos poucos na alimentação de seus filhos, foram se acostumando aos poucos com o novo cheiro do cocô e isso nunca foi um problema. Nós não podemos dizer o mesmo. Nunca tínhamos trocado fraldas na vida e receber crianças que já comem de tudo (por exemplo: feijão, repolho, carne) de uma hora para outra foi muito difícil. Algumas vezes precisei amarrar um pano no nariz antes de trocar uma fralda. Mas a boa notícia é que acostumamos em poucos dias. Hoje não é nada sofrido e nem achamos o cheiro tão forte assim.

Então, amigo querido, não se desanime. Muitas coisas vão dar mais trabalho e muitas outras coisas vão te deixar tão feliz que você nem vai se lembrar do cocô.

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