Bisavó moderna

Domingo foi dia de levar os bebês para visitar a bisavó Ruth, mãe do meu pai, minha avó italiana. Eu já sabia que não deveria esperar uma macarronada caseira com um bolo caseiro de sobremesa, porque minha avó parou de cozinhar há alguns anos. O que eu não esperava era ouvir minha avó me dizer, logo após abrir a porta do apartamento dela:

– Esperem um pouquinho, que tem três minutos de prorrogação e quero ver se o Corinthians faz um gol. O empate é nosso, mas mesmo assim seria bom sair um gol.

Oi?

Sério, vó?

Cadê as velhinhas de antigamente, senhor?

PS: sim, acabei de criar um tag chamada “futebol” no meu blog. E não foi por causa do papai, ou do vovô, ou de nenhum amigo corinthiano. Foi por causa da minha avó!

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